Congeminemos

Jul 15

joshsundquist:

I’m pretty sure the majority of my waking hours are now spent entering passwords into my phone and computer.

(via lifeisshortbutsweet)


deposito-de-tirinhas:

por “Diario de una volátil” by Agustina Guerrero
http://guerreroagustina.blogspot.com.es/

deposito-de-tirinhas:

por “Diario de una volátil” by Agustina Guerrero

http://guerreroagustina.blogspot.com.es/

(via lifeisshortbutsweet)


Jul 14
ladybaconbowie:

Lovin’ this! 🙊🙈

ladybaconbowie:

Lovin’ this! 🙊🙈

(via mai-nichi)


lewiscrouton:

sunsdown:

THIS IS SO CUTE OH MY GOSH IT’S SO HAPPY AND THERE ARE SO MANY BALLS TO CHOOSE FROM AND THEN IN THE END IT’S JUST SO OVERWHELMED WITH HAPPINESS IT HAS TO LEAVE

Did he get an extra hour?

(via harpias)


Jul 8

Jul 7

Jul 1

melhor jogador

(via mcavoys)


elvishbabe:

this is my new favourite thing in the world

elvishbabe:

this is my new favourite thing in the world

(via simply-virgin)


Jun 30
tastefullyoffensive:

Step 1: Cut a hole in the box. Step 2: … [x]

tastefullyoffensive:

Step 1: Cut a hole in the box. Step 2: … [x]


Jun 27
dropsfal:

Agora eu já posso falar sobre isso

Fa Vitiello de Azevedofal.drops@gmail.com

Então que tenho síndrome de pânico. Desde os 20 e pouquinhos anos. Antes, muito antes, de virar moda. Muito antes, não, um pouquinho antes. Tive, foi um inferno e daí virou moda, todo mundo começou a ter, mas né, quando eu tive, foi sozinha. E na família que tem o maior contingente de psiquiatras amadores do Brasil, onde todo mundo analisa tudo e tem certezas absolutas sobre a vida alheia e a própria, eu me ferrei. Como vocês podem imaginar.


Um belo dia, entendeu-se o que eu tinha, terapia, truques variados para sair da cama, entrar no chuveiro, ganhar a rua, entrar na loja, pegar o treco, pagar e tal. Porque tudo isso, cada coisinha mínima, para quem tem síndrome de pânico, é uma vida.


Depois da morte do meu marido, minha síndrome de pânico melhorou barbaramente, porque ela sempre esteve associada a um MEDO-INDIZÍVEL-DE-SEI-LÁ-O-QUÊ (note que estou falando da MINHA, não da SUA. A SUA eu não sei como funciona, ninguém sabe, só você). E quando perdi meu Alexandre, o pior que poderia ter acontecido, aconteceu. O maior, mais feroz, mais implacável mal, conseguiu me alcançar e eu perdi um pouco o jeito de ter medo. Medo do quê? O pior já veio e já foi.


E era assim que eu estava até uma manhã há uns meses, quando, dentro do supermercado, eu tive o que a ciência certamente classificaria como um Coiso. Eu tive um Coiso, quando não esperava mais ter. Os motivos são vários, alguns claríssimos, outros obscuros, mas foi isso, eu tive um Coiso.


Comecei a passar mal, quase não conseguia respirar. Tremendo e achando que iria desmaiar, singrei pelos corredores, de gôndola em gôndola, como se estivesse em um filme B dos anos 1970, comprando quantidades imbecis de qualquer coisa que conseguisse colocar as mãos.


Quando, finalmente, consegui sair de lá, fiquei meia hora sentada dentro do carro, esperando me acalmar um pouco para dirigir até em casa. Fui vasculhando arquivos mentais, velhas agendas de capa craquelada, gavetinhas cheias de tampas de caneta e bulas de remédios velhos, fui fazendo a lista de pessoas que conheço, pensando em quem, QUEM, eu poderia chamar e pedir “Vem me buscar?”.


Não liguei para ninguém, vim para casa dirigindo, cheguei, joguei as compras no chão da sala, desabei no sofá e dormi 12 horas.


Mas durante muitos dias, ainda hoje, eu me pego repassando aquela lista. E pensando.


Você tem para quem ligar se um dia, paralisado dentro do seu carro, não conseguir respirar? Não hipoteticamente, não “qualquer coisa, me liga”, ali, na real, na hora H, você tem a quem chamar? Pensa bem, bem mesmo, antes de responder “Tenho”.


E, se a tal pessoa existir, você vai ligar?


Coluna do jornal Cruzeiro do Sul, 27-06-2014

dropsfal:

Agora eu já posso falar sobre isso

Fa Vitiello de Azevedo
fal.drops@gmail.com
Então que tenho síndrome de pânico. Desde os 20 e pouquinhos anos. Antes, muito antes, de virar moda. Muito antes, não, um pouquinho antes. Tive, foi um inferno e daí virou moda, todo mundo começou a ter, mas né, quando eu tive, foi sozinha. E na família que tem o maior contingente de psiquiatras amadores do Brasil, onde todo mundo analisa tudo e tem certezas absolutas sobre a vida alheia e a própria, eu me ferrei. Como vocês podem imaginar.
Um belo dia, entendeu-se o que eu tinha, terapia, truques variados para sair da cama, entrar no chuveiro, ganhar a rua, entrar na loja, pegar o treco, pagar e tal. Porque tudo isso, cada coisinha mínima, para quem tem síndrome de pânico, é uma vida.
Depois da morte do meu marido, minha síndrome de pânico melhorou barbaramente, porque ela sempre esteve associada a um MEDO-INDIZÍVEL-DE-SEI-LÁ-O-QUÊ (note que estou falando da MINHA, não da SUA. A SUA eu não sei como funciona, ninguém sabe, só você). E quando perdi meu Alexandre, o pior que poderia ter acontecido, aconteceu. O maior, mais feroz, mais implacável mal, conseguiu me alcançar e eu perdi um pouco o jeito de ter medo. Medo do quê? O pior já veio e já foi.
E era assim que eu estava até uma manhã há uns meses, quando, dentro do supermercado, eu tive o que a ciência certamente classificaria como um Coiso. Eu tive um Coiso, quando não esperava mais ter. Os motivos são vários, alguns claríssimos, outros obscuros, mas foi isso, eu tive um Coiso.
Comecei a passar mal, quase não conseguia respirar. Tremendo e achando que iria desmaiar, singrei pelos corredores, de gôndola em gôndola, como se estivesse em um filme B dos anos 1970, comprando quantidades imbecis de qualquer coisa que conseguisse colocar as mãos.
Quando, finalmente, consegui sair de lá, fiquei meia hora sentada dentro do carro, esperando me acalmar um pouco para dirigir até em casa. Fui vasculhando arquivos mentais, velhas agendas de capa craquelada, gavetinhas cheias de tampas de caneta e bulas de remédios velhos, fui fazendo a lista de pessoas que conheço, pensando em quem, QUEM, eu poderia chamar e pedir “Vem me buscar?”.
Não liguei para ninguém, vim para casa dirigindo, cheguei, joguei as compras no chão da sala, desabei no sofá e dormi 12 horas.
Mas durante muitos dias, ainda hoje, eu me pego repassando aquela lista. E pensando.
Você tem para quem ligar se um dia, paralisado dentro do seu carro, não conseguir respirar? Não hipoteticamente, não “qualquer coisa, me liga”, ali, na real, na hora H, você tem a quem chamar? Pensa bem, bem mesmo, antes de responder “Tenho”.
E, se a tal pessoa existir, você vai ligar?
Coluna do jornal Cruzeiro do Sul, 27-06-2014


Jun 25
theladycheeky:

Thank you @InfoFile

theladycheeky:

Thank you @InfoFile


Jun 15

(via harpias)


Jun 14
nerdpride:

🌾

nerdpride:

🌾


Jun 13

knives-joans:

swipedsweetrolls:

lexet:

everythingshinesunderthesun:

thats-a-little-gay:

lexet:

melody-of-the-sea:

camiekahle:

WHAT BABE

THE BABE WITH THE POWER

WHAT POWER

THE POWER OF VOODOO

WHO DO?

YOU DO

DO WHAT?

THAT’LL DO

knives-joans:

swipedsweetrolls:

lexet:

everythingshinesunderthesun:

thats-a-little-gay:

lexet:

melody-of-the-sea:

camiekahle:

WHAT BABE

THE BABE WITH THE POWER

WHAT POWER

THE POWER OF VOODOO

WHO DO?

YOU DO

DO WHAT?

THAT’LL DO

(via mai-nichi)


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